Saiba mais...
Reflexologia
"Seus pés caminham sobre a terra e através deles o seu espírito se une ao Universo."
Historia Antiga 2500 AC - 1850 DC
Não pode ser atribuída a nenhuma cultura específica a "descoberta" da REFLEXOLOGIA. Sabe-se que diversos povos utilizaram diferentes formas de trabalho nos pés e a relação entre os pés e os órgãos internos do corpo era conhecida pelas antigas civilizações. A mais antiga documentação que se tem notícia é proveniente do Egito. Eles eram grandes estudantes do corpo humano. Isto ficou registrado pelos artistas da época nas inscrições dos túmulos e nos murais. A origem da Reflexologia, ou da terapia por zonas, como se chamava, ainda é um mistério. O Dr. William Fitzgerald diz no seu livro Zone 11 Jerapy que "a forma de tratamento por meio dos pontos de pressão já era conhecida na Índia e na China há mais de 2000 anos. Porém, este conhecimento parece ter-se perdido ou esquecido há muito tempo. Talvez fosse posto de lado em favor da acupuntura, que surgiu como um rebento mais forte da mesma raiz". Outra suposição é a de que teve origem no Egito. Isto é sugerido por um desenho encontrado num túmulo egípcio com data de 2330 a.C. Este desenho (D1) mostra quatro pessoas, uma delas sendo tratada com uma massagem aos pés, e uma outra, com uma massagem às mãos. Outros atribuem a sua origem aos Incas, povo pertencente a uma civilização peruana muito antiga, remontando, possivelmente a 3000 a.C. Diz-se que estes passaram o conhecimento da terapia por zonas aos índios norte-americanos, que ainda hoje usam esta forma de tratamento. Depois disso os monges budistas provenientes da Índia trouxeram para a China os seus conhecimentos de "observação dos pés e tratamento dos nervos do pé".
Depoimentos
Quando busquei o curso de autoconhecimento, o meu desejo era fazer algo que não estivesse ligado diretamente ao profissional, social, etc., apenas algo diferente do dia-a-dia e em prol de mim, vi a propaganda do curso e me interessei, mas não imaginava ao certo o que ia aprender, não conhecia o Ser Integral e menos ainda as pessoas que encontraria no mesmo. Fui na apresentação do curso e me encantei de cara com tudo, o lugar, as pessoas, as possibilidades...
Um ano depois cá estou eu me “obrigando” a escrever sobre isso, sim, me obrigando, porque tenho um prazo e a inspiração necessária não anda comigo.
No início tudo era muito novo, nas primeiras aulas as mudanças percebidas foram muito claras para algumas pessoas do meu convívio e para mim mesma. A tranqüilidade adquirida, o desejo de ser melhor, de fazer melhor, a consciência do amadurecimento, e o lamento por perceber que me deixei levar por situações, adquirindo com o passar dos anos, algumas atitudes e uma personalidade corrompida, que não aprovo.
Sempre me interessei e li muito, sobre assuntos acerca do ser humano, aquilo que não faz parte do currículo escolar, a mente, o espírito, a emoção, o subconsciente... Saber, já sabia o quanto nosso pensamento influência nossa vida, mas ter a possibilidade de viver com palavras que acentue isso, é magnífico. Ter noção de o quanto nosso passado, direciona nosso presente e futuro, é intrigante. Estar ciente de que você pode fazer o bem ou o mal a alguém é comprometedor. Mas acima de tudo, saber e sentir que você pode fazer por você o que desejar, é perfeito.
A cada aula o aprendizado do “eu”, e a necessidade de viver isso no dia-a-dia, no trabalho, com a família, na sociedade, sobre o amor, sobre a amizade, com as emoções, com as limitações, com os desafios, com a saúde... a completa ligação do que se estava aprendendo, com a vida.
Hoje posso tratar as situações de uma forma mais calma e esclarecida, estou aprendendo ainda e nem sempre consigo a concentração necessária, mas sei que tudo o que acontece, posso decidir se quero que me afete ou não. Não me permito mais ser pessimista, ou desistir das coisas que almejo, mesmo em pensamento.
Estou aprendendo a entender meus desejos, minhas frustrações, meus medos, minhas dores, minhas necessidades, assim, aprendendo também a entender o próximo.
Já vivenciei muitas fases no último ano, e com os conhecimentos adquiridos, quis mostrar a outras pessoas o que significava presenciar cada aula, em vão, só participando delas ouvi e percebi porque simplesmente cada um deveria por si, despertar pela busca desse tipo de conhecimento, desse conhecimento eletizado, como cita o Waldir. Não me sinto melhor por descobrir isso, lamento por saber que ainda existe muita gente a despertar ou não, por esse caminho, mas não deixo que isso mude minha forma de absorver e pensar sobre o que aprendo.
Tenho plena consciência de que se não houver determinação e força de vontade para mudar meus paradigmas, as coisas vão continuar como sempre foram, nada acontece da noite para o dia, e nada vem de graça. Se quero ser melhor, se quero ajudar alguém, em todos os sentidos, tenho que viver isso em todos os momentos possíveis, até que isso se torne parte de mim.
O Waldir e a Rosângela são duas pessoas iluminadas, hoje sei que cruzei o caminho deles, e que passei a conhecer o Ser Integral no exato momento que isso deveria acontecer na minha vida.
Não há como resumir o que aprendi e desenvolvi nesse curso, mas uma frase pode ser usada, “a fé move montanhas”, mas não me refiro a fé em um Deus idealizado, independente daquele que você estiver pensando, me refiro a sua luz, a fé que você tem dentro de você, aquela do seu pensamento, seja ele construtivo ou destrutivo, negativo ou positivo, aquela fé que faz seu mundo girar, que faz as coisas acontecerem ou não na sua vida, que realiza ou não desejos, que ameniza ou não dores, que te faz ou não, sonhar...
"Juliana Montanari - 28 anos"
Faça seu depoimento clicando aqui